“ intrigante ... Essa deve ser a palavra:
intrigante. Porque a tua ausência vem castigando a minha vida. E o pior de tudo
é que você sempre foi ausente. Você nunca esteve presente realmente. Mensagens
de textos, ligações, msn e coisas desse tipo não é estar presente. Mas por
incrível que pareça não só pra você mas pra mim também eu ainda sei o contorno
do seu rosto e a intensidade do seu toque. Sim. Eu ainda sinto o teu cheiro por
aí porque eu nunca esqueci. Mas eu não te procuro na multidão porque sei que você
mora há quilômetros daqui e você com certeza não vai ser um daqueles tantos
rostos que eu olho. Eu não sei se você ainda mexe as mãos enquanto fala ou se o
teu sorriso continua branco e intenso. Eu não sei se você tem os mesmos gostos
e as mesmas vontades e mania de antes. Eu não sei se a sua voz continua igual
ao telefone. Por mais que eu pense que te conheço. Eu chego a conclusão de que
não sei absolutamente nada sobre você. E começo a entender o que é sentir falta
daquilo que nunca se teve.”
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